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Autor Tópico: Georgette Heyer  (Lida 5228 vezes)

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Offline sonia.cristina

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Re: Georgette Heyer
« Responder #30 em: Abril 18, 2011, 21:44:56 pm »
Casar só porque sim ou por dever... Bem, esquece...
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Offline sonia189

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Re: Georgette Heyer
« Responder #31 em: Abril 18, 2011, 21:50:15 pm »
Mas não é muito diferente do que acontece hoje em dia, se vires bem...muita gente casa por questões à parte do amor, por exemplo, pressão dos pares, dos pais, da sociedade, por razoes económicas, materiais, pela própria evolução do mundo, porque sente que tem de ser... a maioria casa por tudo menos amor.

Na altura simplesmente era mais comum e notava-se mais pela distinção de classes em termos de estatuto na sociedade.
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Offline sonia.cristina

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Re: Georgette Heyer
« Responder #32 em: Abril 18, 2011, 21:59:24 pm »
Até pode ser, mas é um disparate e não acho piada nenhuma ler uma história dessas.
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Offline sonia189

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Re: Georgette Heyer
« Responder #33 em: Abril 18, 2011, 22:11:36 pm »
Bom, eu acho graça, porque é giro ver como duas pessoas transformam uma situação aparentemente destinada ao fracasso pessoal e emocional numa vitória do amor.
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Offline Fbeatriz

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Re: Georgette Heyer
« Responder #34 em: Abril 18, 2011, 22:53:27 pm »
Adorei o Casamento de Conveniência e o Arabella.  ;D

Offline veruska

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Re: Georgette Heyer
« Responder #35 em: Abril 19, 2011, 05:02:20 am »
Eu gostei da sinopse desse livro que leste.
É a minha cara  ;D

Eu li dela o Casamento de conveniencia e tb gostei.

Offline sonia189

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Re: Georgette Heyer
« Responder #36 em: Janeiro 05, 2012, 20:33:28 pm »
O ultimo livro que li no ano passado foi Friday's Child.
A história é sobre o Viscount Sherigham (Sherry para os amigos) que propõe casamento à rapariga mais bonita da altura na Sociedade, a chamada Incomparable. Só que eles conehcem-se e ela recusa porque ele não está apaixonado por ela. Ele fica fulo e num ímpeto decide casar com a próxima mulher que vir. Surge então a Hero, outra rapariga que ele conhece desde pequeno. Casam-se mas o Sherry é assim um bon-vivant e não é assim um exemplo a seguir, só que cada vez que ele fala com a Hero e lhe diz coisas ela leva-as à letra o que az com que ela se meta em muitas confusões. Por causa disso, o Sherry também tem de aprender a ser mais responsável...

No inicio tive alguma dificuldade em ler, parecia-me tudo muito esquisito e admito que a linguagem não é das mais fáceis.
Quando o Sherry e a Hero têm lá uma dicussão é que a coisa melhorou, a partir daí li de uma rajada e apetecia-me ler mais, por acaso não começou bem mas acabou muito engraçado. As aventuras da Hero eram incrivelmente evitáveis, mas ela é uma personagem inocente e que nunca tinha vivido em Londres, fo giro vê-la a aprender as atitudes que devia tomar.
Continuo a preferir o Sylvester, esse sim, um livro estupendo!
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Offline sonia189

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Re: Georgette Heyer
« Responder #37 em: Setembro 17, 2012, 13:52:20 pm »
Li mais um livro da autora. Li o Convenient Marriage.
É a história do conde Rule que propôs casamento a uma rapariga mas ela está apaixonada por outro e a irmã mais nova, a Horatia, vai à casa do conde e diz-lhe que ele devia era casar com ela porque embora ele seja mais velho que ela, a felicidade da irmã é muito importante e se ele ajudasse..o Rule fica pensativo e aceita. Eles casam-se mas cada um segue a sua vida. Pouco a pouco a Horatia mete-se em confusões e o marido é que a desenvencilha mesmo que às vezes o faça sem ela se aperceber.
O fim foi tão engraçado, as peripécias que 3 ou 4 personagens arranjam para ajudarem a Horatia a resolver um assunto sem o Rule saber e ele já a saber de tudo...ri-me tanto, muito engraçado.
Mesmo assim não gostei tanto como do Sylvester...esse foi mesmo um máximo.

Ainda tenho um dela por ler, Cottillion.
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Re: Georgette Heyer
« Responder #38 em: Outubro 18, 2012, 16:21:51 pm »
Lá acabei outro livro, o ultimo que tinha da autora.
Cotillion é a história da Kitty, uma enteada de um homem rico, mas sovina e ele diz que lhe deixa o dinheiro todo se ela se casar com um dos sobrinhos. Na verdade a Kitty não é mesmo enteada dele, é filha de um dos homens que trabalhou na propriedade.
Enfim, a Kitty tinha uma paixoneta pelo Jack, mas como ele não apareceu quando o tio chamou os 3 sobrinhos solteiros ela passou-se e propôs a outro dos primos casarem-se. Só que com o tempo a Kitty percebe que o Jack não é nada do que ela imaginava e o Freddy - o primo que ela tomava como chato mas a quem propôs casamento - é afinal um desenrascado e sabe como ajudar as pessoas, coisa que faz a dois casais que precisam.
Gostei da história, mas mais uma vez o inicio é....quase um obstáculo. A dificuldade que tenho em começar a gostar....só aconteceu lá para meio, como tinha acontecido com os anteriores. E já deu para perceber que a linguagem britânica do século XIX é muito complicada, é das tais coisas que em português devia ser mais fácil, é diferente e custou-me..só mesmo quando ganhei mais interesse é que li de rajada.
É mesmo a falha que aponto aos livros, até têm interesse, mas a linguagem dificulta as coisas.

Ainda há uns quantos títulos que me deixam super curiosa mas tenho receio que aconteça o mesmo...mas também penso se são como o Sylvester - que foi todo fascinante - e que posso perder uma boa história....enfim, por enquanto vou deixar passar, mas talvez um dia...
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Offline andreiamorgado

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Re: Georgette Heyer
« Responder #39 em: Fevereiro 06, 2016, 21:06:32 pm »


Edição/reimpressão:2015
Páginas: 368
Editor: Edições Asa

“Uma mulher formidável.”
Rainha Isabel II
 
Após alguns anos a viver em Lisboa, Sophy Stanton-Lacy é enviada para Londres pelo seu extravagante pai, o diplomata Sir Horace. A recebê-la estão os tios, os lordes Ombersley. Entre a incredulidade e o horror, os aristocratas veem-na chegar acompanhada de um papagaio, um cavalo, um macaco, e um galgo chamado Tina.
As surpresas não ficam por aqui. Os modos “latinos” de Sophy são um escândalo perante o qual a jovem não se deixa intimidar. Principalmente quando decide que há muito a mudar no seu – ainda que temporário – novo lar. A começar pelos primos: o arrogante Charles está noivo de uma mulher enfadonha; a bela Cecilia perdeu-se de amores por um poeta estouvado; e o imprudente Hubert está refém de um agiota. Parece que a magnífica Sophy chegou mesmo a tempo de os salvar a todos das suas vidas deprimentes.
Todavia, ela não contou com a reação de Charles. Se o jovem herdeiro tivesse antecipado a perturbação que Sophy causaria, nunca a teria recebido. Agora que o mal está feito, a solução é arranjar-lhe um marido conveniente que a tire de sua casa rapidamente. Uma urgência cujas razões ele prefere não aprofundar.
Mas este cupido amador parece estar perante uma tarefa fácil, pois Sophy sonha em encontrar uma alma gémea. Os seus devaneios românticos é que poderão surpreender Charles… ou talvez não… 
 
“Os seus livros são como a própria vida. Não precisamos de champanhe e bolos para viver, mas é maravilhoso tê-los.”
Wall Street Journal       
 
"Uma escritora de grande perspicácia e soberbo estilo.”
The Telegraph
 
"Brilhante!"
The Independent
 


May The Odds be Ever in Your Favour...

Offline sonia189

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Re: Georgette Heyer
« Responder #40 em: Fevereiro 08, 2016, 15:44:21 pm »
Vou tentar comprar este em português.
A linguagem é bastante formal e fiel á época no inglês original, pelo que ler assim é um bocado mais dificil. Em português deve ser mais acessivel, claro.
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